A ciência imitando Harry Potter #Parte1

Ficar invisível, dirigir um carro voador, fabricar paixões.
Já faz tempo que pesquisadores trouxas tentam repetir,
no mundo real, algum dos fenômenos mágicos de J.K. Rowling

 

Chá de sumiço basicamente-400x290
O sonho de uma capa invisível como a que harry usa para ir a hogsmeade em O prisioneiro de Azkaben, ainda não se realizou. Mas está cada vez mais perto. Em 2009, a Universidade Duke (EUA) criou um dispositivo com um material parecido com fibra de vidro, capaz de manipular a curvatura da luz, funcionando com micro-ondas, mas ainda não é possível tornar objetos invisíveis para nós, humanos. O mais perto que se chegou disso foi uma simulação elaborada por um grupo de pesquisadores japoneses, veja como funciona!

1.
Uma câmera capta tudo que fica atrás do usuário.
Essa cena de fundo é transmitida para um computador, que realizou cálculos de perspectiva para ajustar a imagem e faze-la parecer mais real (e proporcional) quando for projetada na capa.

2.
As informações do computador vão para um projetor, que faz a transmissão da imagem para um espelho especial por uma abertura do tamanho de um furo de alfinete. Assim, a imagem é jogada para a capa. Mas, para que o efeito funcione, o observador precisa ver a capa através do espelho.

3.
A capa é quase como uma tela de cinema, opaca, feita com um material retro-refletivo. Milhares de minúsculas esferas (com 50 micrômetros de diâmetro) atuam como um prisma, rebatendo raios de luz para a direção de onde vieram.

Você leu meu pensamentosorting_hat
O governo dos EUA quer seu próprio chapéu seletor. Não para avaliar a personalidade do usuário, mas para agir como uma “telepatia” militar. Já está em desenvolvimento um capacete com 128 sensores que identificam cargas elétricas geradas pelas terminações nervosas de um soldado durante um pensamento. Por meio de um eletroencefalograma, elas são traduzidas em um computador e repassadas para outro soldado. Variantes mais simples desse processo já estão em teste, como a BMI, que transmite comandos simples para um robô da marca Honda, Confira!

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O usuário visualiza um cartão que indica uma parte do robô. Ao se concentrar nela, sensores captam mudanças na corrente elétrica e no fluxo de sangue em seu cérebro.

2.
Os dados são analisados
por um computador com a tecnologia BMI, similar à de um eletroencefalograma. O resultado é enviado como um sinal de comando ao robô Asimo.

3.
O androide comunica qual foi a parte pensada pelo usuário e depois a movimenta. A taxa de acerto fica em torno dos 90%!

Por enquanto fiquem com a capa da “visibilidade” e o chapéu seletor, mas ainda temos muito mais, carro voador, profeta diário, mapa do maroto e mais, até a próxima… 

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